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É com muito pesar que comunicamos o falecimento do obidense Benito Savino, o qual veio a óbito nesta sexta-feira, dia 19, em Santarém, onde estava fazendo tratamento de saúde. Seu corpo está sendo levado para Óbidos e o velório acontecerá em sua residência, na Rua Deputado Raimundo Chaves (Bacuri), neste sábado (20). O sepultamento ocorrerá no cemitério São João Batista, às 17h.
Nossos sentimentos aos seus familiares, Nilda Savino, sua esposa e suas filhas (Adlin, Melinda e Betânia Savino), genros e netos.
Criado em 2016-08-20 02:33:44
A Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) publicou no Diário Oficial da União, desta quinta-feira, 18 de agosto de 2016, edital de concurso público para a carreira de Magistério Superior, para composição do quadro permanente de pessoal da Ufopa. Os salários, de acordo com a titulação, variam de R$ 5.343,53 a R$ 9.572,67.
O Concurso Público de Provas e Títulos destina-se ao preenchimento de 52 vagas, em regime de 40 horas semanais de trabalho e exige dedicação exclusiva às atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão institucional.
As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas por candidatos com título de Doutor - Adjunto A, por candidatos com o título de Mestre - Assistente A ou por candidatos com título de Especialista – Auxiliar. O 1º período inscrição teve início nesta quinta-feira, 18/8/2016, a partir das 14h e encerram às 23 horas e 59 minutos do dia 6/9/2016. Os interessados devem efetuar a inscrição no endereço eletrônico http://www.ufopa.edu.br/concursos, observado o horário de Santarém/PA.
Para as áreas/subáreas em que houver previsão de reabertura de inscrições e que não tiverem inscritos homologados no 1º período, será aberto o 2º período de inscrição, compreendido entre às 14 horas do dia 19/9/2016 às 23 horas e 59 minutos do dia 8/10/2016, para candidatos portadores de titulação menor subsequente.
Para as áreas/subáreas em que houver previsão de reabertura de inscrição e que não tiverem inscritos homologados no 2º período, será aberto o 3º período, compreendido entre às 14 horas do dia 19/10/2016 às 23 horas e 59 minutos do dia 7/11/2016, para candidatos portadores de titulação menor subsequente.
Provas - As provas referentes ao 1º período de inscrição, serão aplicadas nas datas prováveis de 3/10/2016 a 8/10/2016 (GRUPO 1) e de 10/10/2016 a 15/10/2016 (GRUPO 2) , no município de Santarém/PA. Os exames referentes ao 2º período de inscrição serão realizados de 5/12/2016 a 10/12/2016 (GRUPO 3). Para o 3º período de inscrição, as provas estão marcadas para ocorrerem de 12/12/2016 a 17/12/2016 (GRUPO 4).
Inscrições - O valor da taxa de inscrição para a classe de Professor Adjunto – A será de R$ 120,00. Para a classe de Assistente – A o valor cobrado é de R$ 100,00 e para a classe de Auxiliar, R$ 80,00.
No ato da inscrição o candidato que estiver inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e for membro de família de baixa renda, poderá requerer isenção da taxa, das 14 horas do dia 18/8/2016 às 23 horas e 59 minutos do dia 24/8/2016.
Acompanhe o edital:
Comunicação/Ufopa
Criado em 2016-08-18 22:00:39
Registramos os 50 anos do nosso primeiro Repórter Fotográfico do Site Chupaosso, José Wilson dos Santos Florenzano, que reuniu seus amigos e familiares na Assembleia recreativa Pauxis, com o tema Cassino de Las Vegas, para comemorar a data. A festa teve como atração principal Circuito de Bar, Joelson e foi até as 7 da manhã do dia seguinte. Desejamos muitas felicidades ao Wilson Florenzano!
Fotos de Vander N Andrade
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Criado em 2016-08-18 16:22:11
Registramos o aniversário de Keitty Kimberlly Farias de Souza, filha de Kelly Carla Farias de Souza e Rangel Gomes de Souza, que aconteceu no Terraço Bandeira Branca, onde reuniu seus parentes e amigos para juntos festejarem a data. Desejamos eternas felicidades a Keitty!
Fotos de Vander N Andrade
Criado em 2016-08-18 15:39:30
A pedido do Ministério Público Federal (MPF), a Justiça ordenou e hoje foi cumprida a determinação de fechar um garimpo nas proximidades da Terra Indígena Zo'é, em Oriximiná, no oeste do Pará. A operação prendeu 8 pessoas e aconteceu na chamada Zona Intangível das Florestas Estaduais Trombetas e Paru, uma área de amortecimento em volta da Terra Indígena criada pelo governo paraense em 2008, também a pedido do MPF, para evitar a contaminação dos índios por malária.
A Zona Intangível fica nas áreas protegidas do Trombetas e do Paru e não pode receber nenhum tipo de exploração econômica, com o objetivo de evitar a transmissão de malária aos Zo'é. Dois anos antes da criação dela, em 2006, a presença de madeireiros nas proximidades da terra indígena provocou a contaminação de 80% da população indígena, que hoje é de quase 300 pessoas. Agora, os garimpos ilegais são a maior ameaça.
Fundação Nacional do Índio (Funai), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBama), Polícia Federal (PF), Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-bio) e Secretaria de Segurança (Segup) do Pará participaram da operação que fechou o último garimpo conhecido dentro da Zona Intangível. O garimpo foi descoberto no primeiro semestre desse ano, em março, quando em outra operação semelhante, 3 garimpeiros foram presos. Um deles avisou da existência do segundo garimpo.
De acordo com a Funai, os garimpeiros presos em março e na operação de hoje já ameaçaram tanto índios quanto servidores da Fundação. Eles circulavam armados pela região e utilizavam barcos para chegar ao local da extração de ouro. O garimpo estava em um local de difícil acesso, encoberto pela copa das árvores, o que atrasou a localização da área. O MPF também pediu à Justiça o cancelamento de um pedido de lavra feito ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) dentro da Zona Intangível, em nome de Gonçalo Ferreira Lima Neto. A Justiça vai ouvir o garimpeiro antes de tomar uma decisão.
“O esforço coordenado de várias instituições para coibir esse tipo de atividade ilegal é a melhor maneira de evitar que os garimpeiros retornem, garantindo a integridade do território indígena e das florestas estaduais”, diz o procurador da República Camões Boaventura, que solicitou a operação conjunta.
A TI Zo´é foi homologada em 2009 com pouco mais de 668 mil hectares. Em verbete publicado na Enciclopédia Povos Indígenas no Brasil, a antropóloga Dominique Gallois escreve:
“Os Zo´é habitam uma faixa de terra firme, cortada por pequenos igarapés afluentes de dois grandes rios, o Cuminapanema e o Erepecuru, no município de Oriximiná, norte do Pará. Trata-se de uma região montanhosa de grandes castanhais, que apresenta maximização dos recursos de subsistência. Além da mandioca, que corresponde a cerca de 90% da área plantada da roça, a castanha-do-pará é o produto mais consumido pelos índios, que utilizam também a casca e a entrecasca para confeccionar a maioria de seus artefatos. O território ocupado pelos índios é entrecortado por pequenos igarapés, onde realizam pescarias com timbó. A relativa escassez de recursos faunísticos nessa zona de ocupação resulta do longo tempo de permanência das aldeias e, portanto, do esgotamento da caça. A área habitada corresponde à uma zona de "refúgio", onde os Zo'é mantiveram-se isolados dos brancos, que conheciam através de contatos intermitentes há várias décadas, e de outros povos indígenas vizinhos, que consideram inimigos. Os Zo'é aceitaram a convivência pacífica com os brancos em 1987. Quatro anos depois, estima-se que tenham morrido 45 indivíduos por epidemias de malária e gripe. Em 1991 eles eram 133. Hoje vivem um processo de recuperação demográfica”
* Fotos de Serge Guiraud/Funai
Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação
Criado em 2016-08-18 13:35:06
Óbidos é uma das cidades paraenses tidas como "irmã" de Portugal. É que no continente europeu existe também um lugar conhecido como Vila de Óbidos, a 95 km de Lisboa. Além da herança do nome, a Óbidos do Pará herdou muita coisa do colonizador português. As ruas estreitas e ladeirosas, as mercearias de esquina e os amplos sobrados e casarios que datam do século XVII, XVIII, XIX e XX são alguns dos retratos de Portugal em plena Amazônia. A cidade, localizada na parte mais estreita e profunda do Rio Amazonas, é uma pedida para quem gosta de história, aventura e natureza. Um lugar fascinante que você vai conhecer a partir de agora.
Um passeio de volta ao passado
Passear pelas ruas de Óbidos é voltar no tempo. Cada um de seus monumentos conta um pouco da história da cidade, fundada por volta de 1697. O Forte Pauxis, símbolo da fundação do município, é um desses prédios históricos. Exatamente onde existia uma tribo de índios, a dos Pauxis, foi erguido o forte, que pode ser avistado por aqueles que chegam de barco em Óbidos. O ponto era estratégico para a consolidação do domínio português na Amazônia por ser ali a parte mais estreita do Rio Amazonas (1,8 km) e mais profunda também (cerca de 75 m). A partir da construção do forte, qualquer embarcação que por lá passasse era intimada a parar para a cobrança do dízimo devido à Coroa Real Portuguesa.
Do Forte Pauxis é possível ainda avistar a Serra da Escama, onde foi erguida a Fortaleza Gurjão, construída para guarnecer e defender a região dos invasores. Além do fator histórico, a serra, com sua floresta ainda intocada, é uma excelente opção para os amantes de aventura.
Outro importante símbolo de valor histórico para o município é o Quartel do Exército onde serviu o então tenente Leônidas Cardoso, pai do presidente FHC, após o movimento do Tenentismo. Sua construção, que data de 1909, foi tombada em 1998 pelo Governo do Estado como Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural.A Igreja de Nossa Senhora de Sant´Ana é outro marco da colonização religiosa portuguesa em Óbidos. Por influência dos religiosos dos Capuchos da Piedade, irmandade vinda da cidade do Porto para catequizar os índios Pauxis, a santa foi escolhida como protetora da região e para ela foi erguida uma igreja em fevereiro de 1827. Também para homenageá-la é realizado, todos os anos, no segundo domingo do mês de julho, o Círio de Sant´Ana (Foto 6). O evento reúne centenas de romeiros da cidade e de municípios vizinhos.
A Capela do Bom Jesus, erguida na parte mais alta da cidade, nasceu de uma promessa dos obidenses e foi testemunha de um dos episódios históricos mais importantes da Amazônia: a Cabanagem, movimento que aconteceu entre os anos de 1831 e 1840, deixando milhares de mortos. Os cabanos chegaram em Óbidos depois de terem tomado Santarém, Monte Alegre e Alenquer, cidades vizinhas ao município. Em Óbidos, eles tiveram permissão de desembarcar depois de se anunciarem como "amigos", porém, na calada da noite, tomaram o Forte e apossaram-se de armas. Houve saques e assassinatos. Sob o comando do Padre Raimundo Sanches de Brito e de seu irmão, também religioso, Antônio Manuel Sanches de Brito, os rebeldes foram expulsos. Como promessa, os obidenses decidiram erguer a capela para que a cidade fosse poupada de novos ataques cabanos.
Os belos casarios bem ao estilo português também estão no roteiro histórico de Óbidos. Há dezenas deles por toda a cidade (Foto 8). Alguns, localizados nas esquinas, servem de comércio, outros são mantidos como residências. Por causa de suas edificações de origem lusitana, Óbidos é considerada a cidade mais portuguesa na linha do Equador.
Passado guardado ao ar livre
A história de Óbidos está nas ruas, em painéis espalhados por prédios históricos. É o Museu Contextual, uma idéia da Secretaria Executiva de Cultura do Estado, desenvolvida em parceria com a Universidade Federal do Pará. Na fachada dos principais monumentos da cidade há um painel com informações que narram a importância de cada um deles. São relatos sobre a construção, os proprietários e seus moradores, além de outros fatos relevantes. Há, ainda, fotos do passado. É a história preservada ao ar livre.
A cidade que fascina
Para chegar em Óbidos, só de avião ou de barco. O município, localizado no oeste do Pará, a 1.100 km de distância de Belém por via fluvial, é típico do interior, onde a praça com sua igreja matriz ainda é o ponto de encontro de todos. Em Óbidos, a vida corre mansa. Logo cedo, no porto da cidade, pode-se ver o vai e vem dos moradores, que vivem basicamente da pesca, bastante generosa na região. Também no trapiche sabe-se das pessoas que chegam e que saem nas muitas embarcações que sobem ou descem o majestoso Rio Amazonas. Para quem está de passagem pela cidade, uma dica: não esquecer da máquina fotográfica quando for ao porto. Por lá é comum ver os botos de passeio pelas águas, rodeando as embarcações, uma cena inesquecível e de grande beleza.
O povo de Óbidos também é um capítulo a parte. Os que lá nascem são chamados de "fivelas" por causa do desenho que o Rio Amazonas forma em frente à cidade. Alegres e acolhedores, eles costumam sentar à porta de suas casas para passar o tempo em conversas de fim de tarde. Nos rostos, os "fivelas" carregam os traços portugueses e algumas vezes indígenas, uma miscigenação que rendeu aos obidenses uma cultura vasta e alguns filhos ilustres e de destaque no cenário nacional. Na literatura, só para citar alguns, temos o jornalista, educador, escritor e crítico literário José Veríssimo de Matos e o romancista, jurista e tratadista Herculano Marcos Inglês de Souza.
Essa diversidade artística e natural obidense pode ser vista ao longo do ano em diversos eventos, como o tradicional Festival do Jaraqui (uma das muitas espécies de peixes da Amazônia, muito comum em Óbidos), que acontece no mês de maio. Em julho, há o Círio de Sant'Ana, uma festividade de origens portuguesas e que tem início no segundo domingo e só termina no final do mês, com novenas e arraial. Em outubro, acontece o Festival Folclórico, com apresentações de danças como o lundu, o xote, o carimbó, bois-bumbá e os cordões de pássaro. Mas a grande atração festiva de Óbidos acontece durante o período carnavalesco, o Carnapauxis, considerado um dos mais animados do Pará.
LOCALIZAÇÃO
O município pertence à Mesorregião do Baixo Amazonas e à Microrregião de Óbidos. Está localizado no oeste do Pará, na região da Calha Norte, à margem esquerda do Rio Amazonas. Limita-se com Suriname e com os municípios de Almerim, Alenquer, Santarém, Juruti e Oriximiná.
Fonte: CELA - Casa de Estudos Luso-Amazônicos
Fotos de João Canto
FOTOS ILUSTRATIVAS A MATÉRIA...
Publicado inicialmente em 01/10/2011
Criado em 2016-08-17 00:10:42
BELLA PINTO DE SOUSA é paraense nascida em Óbidos, no Baixo Amazonas. Isso por si só explica a sua sensibilidade e o seu amor por tudo o que diz respeito à Amazônia.
Deixando a sua cidade natal, aos dez anos de idade, partiu em direção a Belém, onde conquistou, sucessivamente, o bacharelado em Ciências Contábeis e as licenciaturas plenas em Pedagogia e em Didática e Fundamentos da Educação, além de cursos de especialização em diversas áreas voltadas para o estudo da cultura amazônica.
Com tal bagagem, Bella só podia estar profissionalmente ligada à educação e à cultura exercendo atualmente a função de Técnica Cultural na Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves. Porém foi no Museu Paraense Emílio Goeldi que iniciou seus trabalhos na área da Pedagogia. Como bolsista do CNPq elaborou material de difusão científica, entre os quais se destacam: A Árvore Falante, Peixe e Pesca no Pará, Domingos Soares Ferreira Penna: sua contribuição para o conhecimento da Amazônia, O Negro no Brasil, Dia de Índio, Trabalhadores do Mar e Ver-o-Peso: Embarcações Artesanais da Amazônia.
Por tudo isto e por nunca esquecer suas origens interioranas é que não surpreende o fato de Bella, estar nas letras com: Cachimbinho: Um Menino da Amazônia, Uerê, o Pequeno Guerreiro Pauxis, Amazônia Patrimônio Nosso de Cada Dia, O Rapto do Curumim, A Jóia do Pescador Aprendiz, A Menina e A Fofolete Azul, Um Anjo Que Por Aqui Passou. Em linguagem fácil, didática, os livros nos remetem à cultura amazônida.
Walcyr Monteiro
Primeira publicação: 13 de maio de 2011
Imagens dos Livros
Criado em 2016-08-15 12:08:20
INGLÊS DE SOUZA (Herculano Marcos I. de S.), advogado, professor, jornalista, contista e romancista, nasceu em Óbidos, PA, em 28 de dezembro de 1853, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 6 de setembro de 1918. Compareceu às sessões preparatórias da criação da Academia Brasileira de Letras, onde fundou a Cadeira n. 28, que tem como patrono Manuel Antônio de Almeida. Na sessão de 28 de janeiro de 1897 foi nomeado tesoureiro da recém-criada Academia de Letras.
Fez os primeiros estudos no Pará e no Maranhão. Diplomou-se em Direito pela Faculdade de São Paulo, em 1876. Nesse ano publicou dois romances, O cacaulista e História de um pescador, aos quais seguiram-se mais dois, todos publicados sob o pseudônimo Luís Dolzani. Com Antônio Carlos Ribeiro de Andrade e Silva publicou, em 1877, a Revista Nacional, de ciências, artes e letras. Foi presidente das províncias de Sergipe e Espírito Santo. Fixou-se no Rio de Janeiro, como advogado, banqueiro, jornalista e professor de Direito Comercial e Marítimo na Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais. Foi presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros.
Foi o introdutor do Naturalismo no Brasil, mas seus primeiros romances não tiveram repercussão. Tornou-se conhecido com O missionário (1891), que, como toda sua obra, revela influência de Zola. Nesse romance, descreve com fidelidade a vida numa pequena cidade do Pará, revelando agudo espírito de observação, amor à natureza, fidelidade a cenas regionais.
Obras: O Cacaulista, romance (1876); História de um pescador, romance (1876); O coronel sangrado, romance (1877); O missionário, romance (1888); Contos amazônicos (1893). Escreveu diversas obras jurídicas e colaborou na imprensa de São Paulo e do Rio de Janeiro.
LIVROS
O Missionários
Ao publicar, em 1888, O Missionário, Inglês de Souza (1853-1918) incorpora-se à corrente Naturalista. Estilo algo monótono, por vezes apagado, entremeado, porém, aqui e ali, de expressões coloquiais, que lhe dão sabor nativo e um torneio de frase à brasileira. Bem descrito o meio. Vivas as figuras - a do sacristão Macário e a do capitão Fonseca, por exemplo. Não carece o autor da capacidade de análises psicológicas - os solilóquios do padre António de Moaris, a que não se pode negar veracidade de observação e a que não escasseia força evocativa. Coloridas as descrições da selva amazônica - embora vistas sempre no segundo plano e nelas nunca se demore o autor, voltado de preferência a perscrutar as personagens.
Contos Amazônicos
O escritor, jurista e político paraense Inglês de Sousa introduziu a escola Naturalista no Brasil, mediante uma obra voltada para a natureza e a vida amazônicas. Seus primeiros trabalhos literários foram publicados sob o pseudônimo Luís Dolzani. A partir do primeiro trabalho, O Cacaulista, fez dos problemas humanos da Amazônia a preocupação central de sua obra. Contos Amazônicos (1893) é um dos seus livros mais conhecidos. Neste trabalho — documento fiel da língua do Pará —, aparecem os modismos, o vocabulário e os costumes típicos da região amazônica. No volume estão enfeichados os contos: Voluntário, A Feiticeira, Amor de Maria, Acauã, O Donativo do Capitão Silvestre, O Gado do Valha-me-Deus, O Baile do Judeu, A Quadrilha de Jacó Patacho e O Rebelde.
Fonte: ABL
Criado em 2016-08-15 11:22:51
Nesta sexta-feira, dia 12 de agosto, o obidense Prof. Dr. Luiz Otávio do Canto Lopes defendeu seu memorial com objetivo de ser promovido a professor titular da Universidade Federal do Pará, o qual foi avaliado e aprovado com louvor.
A cerimônia aconteceu no Centro de Tecnologia da UFPa, onde o Dr. Luiz Otávio que é geografo e professor da Escola de Aplicação da UFPa, defendeu seu memorial para uma banca formada por renomados professores da UFPa e os Professores do IFPa, Dr. Cícero Paulo e Dr. João Tavares.
A apresentação foi acompanhada por uma grande plateia de amigos, alunos, colegas de trabalho, admiradores e de familiares que o aplaudiram de pé Dr. Otávio Canto, o qual tornou-se o primeiro obidense a assumir uma cadeira como professor Titular da UFPA, último grau institucional.
Após a defesa, Otávio Canto recebeu os convidados em um encontro simples no Bar Boiunas, com conversa de bom grado e muitos sorrisos.
Fotos e Informações de Dr. Evander Batista
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Criado em 2016-08-13 20:43:46
A “Visita do Santíssimo Sacramento” a Óbidos faz parte da programação do 17º Congresso Eucarístico Nacional que acontecerá em Belém do Pará, de 15 a 21 de agosto de 2016, e terá como tema: “Eles o reconheceram no partir do Pão”, onde será comemorado o quarto centenário do início da evangelização da Amazônia.
O Santíssimo Sacramento saiu de Manaus, via fluvial, com destino a Belém do Pará, passando por várias cidades ribeirinha, o qual chegou a Óbidos na manhã desta sexta-feira, dia 12, onde foi recebido pelo Bispo da Diocese de Óbidos e a população obidenses, no cais das Docas do Pará, seguiu em procissão até a Paróquia de São Martinho de Lima, no Bairro de Santa Terezinha, onde ficou exporto para adoração.
A noite, por volta das 20h, foi realizada uma Celebração Eucarística, por Don Bernardo, auxiliado por vários padres da Diocese de Óbidos. A Celebração foi transmitida ao vivo pela Tv Nazaré para todo o Pará, onde reuniu os católicos obidenses, lotando a Igreja de Santa Terezinha.
Adoração do Santíssimo Sacramento
A Igreja ensina que a reserva do Corpo de Cristo para a Comunhão dos enfermos criou entre os fiéis o louvável costume de se recolherem em oração para adorar Cristo realmente presente no Sacramento conservado no sacrário. Recomendada pela Igreja aos Pastores e fiéis, a adoração do Santíssimo é uma alta expressão da relação existente entre a celebração do sacrifício do Senhor e a sua presença permanente na Hóstia Consagrada.
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Fotos reprodução da TV Nazaré
Criado em 2016-08-13 15:38:39
Como forma de auxiliar os profissionais de imprensa na cobertura das eleições, candidatos e a população em geral, a assessoria de comunicação do Ministério Público Federal lançou a cartilha “Por dentro das Eleições 2016”. A publicação traz as principais informações sobre o pleito, como calendário, regras, atuação do Ministério Público nas eleições de 2016.
O material aborda assuntos como irregularidades mais frequentes, uso abusivo da máquina administrativa, gastos de campanha, prestação de contas, doações, propaganda eleitoral, registro de candidatura e demais assuntos passíveis de serem pautados.
Segundo o MPF,as denúncias podem ser feitas tanto nas sedes do MPF nas capitais quanto em qualquer unidade do MPF ou do MP do Estado em qualquer município, assim como poderão ser encaminhadas pela internet no endereço: http://cidadao.mpf.mp.br.
A Cartilha informa que nas eleições municipais de 2016, você pode entrar em contato diretamente com o promotor eleitoral do seu município para denunciar irregularidades. O procurador regional eleitoral do seu estado também poderá receber a denúncia e encaminhá-la ao respectivo promotor eleitoral para a investigação dos fatos. Você ainda pode denunciar por meio do aplicativo SAC MPF, disponível gratuitamente na App Store e no Google Play. Os serviços podem ser acessados por meio de aplicativo gratuito para smartphones.
Na apresentação da Cartilha, o MPF destaca: “O Ministério Público é instituição responsável pela defesa do regime democrático. Por isso, para nós, o momento das eleições é especialmente importante. É nossa missão assegurar a observância de todas as normas que regulam o processo eleitoral. Somente assim estarão garantidos os princípios básicos das eleições, quais sejam: a isonomia, a igualdade e o equilíbrio da disputa – regras fundamentais para que se preservem o direito de escolha de cada um e o respeito à vontade da maioria”
A Justiça Eleitoral também anunciou que vai oferecer um aplicativo para denúncias, o Pardal. O aplicativo deve ser lançado em breve. A relação de todos os aplicativos publicados e a serem publicados pela Justiça Eleitoral estará no site do TSE em breve.
Para acessar a cartilha completa “Por dentro das Eleições 2016” clique aqui.
FONTE: MPF
Criado em 2016-08-12 14:18:06
Gestores e técnicos de escolas públicas e particulares têm até o dia 31 deste mês para repassar ao Sistema Educacenso, do Ministério da Educação (MEC), informações detalhadas sobre o funcionamento das respectivas unidades de ensino, para serem sistematizadas no Censo Escolar 2016. A primeira etapa do levantamento, com a coleta e digitação de dados, começou em 27 de julho.
Para que o prazo dessa etapa seja cumprido pelas escolas, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), como coordenadora estadual do Censo Escolar no Pará, convoca os profissionais de educação nas escolas a encaminharem os dados, de forma precisa, ao Educacenso dentro do período estabelecido pelo MEC. As informações repassadas pelas escolas servem de base para o planejamento de programas, projetos e ações pedagógicos e, em particular, fundamentam a definição do montante de recursos financeiros a ser destinado às escolas.
“Deve-se ter atenção especial no momento que vivemos, que é o Censo Escolar. Todos os gestores da educação devem estar atentos para o preenchimento correto do documento sobre o que é requisitado acerca da escola, para a atualização do censo”, diz a secretária de Estado de Educação, Ana Claudia Hage. “É pelo Censo que são liberadas todas as verbas, financiamentos para a educação, inclusive, os próprios projetos que estão dentro da escola. É importante que o gestor assuma o papel como grande articulador e responsável pelo preenchimento desse censo em cada escola”, completa.
Nova família – Em julho, a Seduc fez a capacitação de gestores de escolas das redes pública federal, estadual e municipal e da rede particular na Região Metropolitana de Belém (RMB). Nesta primeira semana de agosto foi a vez de serem capacitados profissionais de educação lotados em escolas públicas estaduais em outros municípios do Pará. Supervisionado pela coordenadora estadual do Censo Escolar, Simone Palheta, o trabalho mostrou sobre como proceder no fornecimento de informações ao Sistema Educacenso.
Entre as mudanças introduzidas no Censo 2016 está a necessidade de serem informados os nomes da mãe e do pai dos estudantes, de acordo com o novo perfil da família brasileira, ou seja, considerando famílias homoafetivas. Os gestores escolares devem atentar para o fato de serem informadas escolas indígenas com estudantes indígenas e professores específicos, e não mais se ater ao item anterior sobre educação indígena.
Para o secretário adjunto de Ensino da Seduc, Roberto Silva, o Censo Escolar contribui no processo ensino-aprendizagem ao propiciar um quadro real da educação no Estado. “A rede estadual apresentou melhora de proficiência e Língua Portuguesa e Matemática. Mas precisamos aperfeiçoar nosso fluxo escolar, relacionado à frequência, reprovação e evasão”, observa. Somente na rede pública estadual são 981 escolas e 640 mil estudantes.
“A partir dos dados do Censo Escolar, as escolas, a Seduc e as secretarias municipais de educação podem atuar no combate a situações adversas no ambiente escolar. “Quem tem dados sobre a escola é quem faz parte do dia a dia da escola”, declara Simone Palheta. Informações sobre o Censo 2016 estão disponíveis no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), www.inep.gov.br, e também nos telefones 3201-5064, 3201-5061 e 3201-5129.
Eduardo Rocha
FONTE: Agência Pará
Criado em 2016-08-11 10:48:54
As férias acabaram e os alunos da rede municipal de ensino de Óbidos voltaram as aulas nesta segunda-feira, dia 08, para cumprirem mais uma etapa do ano letivo de 2016, onde professores das escolas prepararam uma recepção especial para os alunos.
Registramos algumas imagens na Escola Inglês de Souza, onde a equipe pedagógica da escola com apoio da Direção, prepararam a recepção dos alunos com o tema Olimpíadas, que está acontecendo no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro. Os professores todos vestidos com as cores do nosso país, receberam aos alunos, em seguida, inúmeras atividades foram desenvolvidas, em uma gincana.
Na gincana, os alunos foram divididos em duas equipes, manhã e tarde, os quais participaram de várias brincadeiras e competições e a meninada se divertiu pra valer, em uma motivação a mais para enfrentar seus estudos durante o segundo semestre de 2016.
Fotos de Vander N Andrade
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Criado em 2016-08-09 14:36:00
Registramos o aniversário de Alyne Santana Siqueira Matos, filha de Abieses de Souza Matos e Rita Maria Siqueira Matos, que reuniu seus amigos e familiares, para juntos festejarem essa data tão importante para Alyne. O agito da festa ficou por conta do DJ Morais e foi até as 6 horas da manhã! Parabéns Alyne!
Fotos de Vander N Andrade
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Criado em 2016-08-09 14:01:36
Publicamos no dia 10 de novembro de 2015 a matéria: “LAGO GRANDE: preservar é preciso”, sobre os projetos de preservação de quelônios – tracajás - no Lago Grande, região do Salé, no Município de Juruti. Nessa região, os donos da Fazenda Livramento, que tem como retiro o Atalho, Nava, São Joaquin e Sítio Paraisópolis recolheram ninhadas de tracajás na época da desova, para preservar o nascimento e posterior soltura dos mesmos, numa forma de garantir a preservação da espécie.
Com muita luta e persistência, os proprietários desses terrenos desafiam a mente predadora de muitas pessoas, investiram na conscientização da população local, de que é preciso preservar, e agora estão colhendo os frutos.
Em julho de 2016, proprietários da Fazenda Livramento, que tem como retiro o Atalho, reuniram a família e foram até o retiro fazer a soltura dos quelônios que estavam em fase de crescimento e preservados durante a desova de 2015. Cerca de 800 tracajazinhos foram soltos pelos mais novos membros da família, como podem ver nas imagens.
Conversamos com José Raimundo Canto, um dos proprietários da Fazendo Livramento, muito defendida pelo seu antigo proprietário, Zezinho Canto (In Memorian), o qual comentou sobre a satisfação de estar participando da preservação dessa espécie de quelônios na região do Lago Grande: “Acredito que seja uma medida concreta de sustentabilidade ambiental para esses animais, que deve ser divulgada seriamente, pois já começa a dar resultado com outros moradores também preservando e soltando.
Me orgulho de fazer parte dessa vitória, em memória de nossos pais”, comentou Zé Canto.
Assim, a rede de proteção vai se ampliando na região do Lago Grande e a expectativa é que mais proprietários de terra da região integrem essa rede, e espera-se que em 2017, uma quantidade bem maior de tracajás, sejam soltos nessa região.
Fotos de João Canto
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Criado em 2016-08-07 23:20:02
Por Edilberto Santos.
*Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Nada mais iníquo e prejudicial do que o erro, e os exemplos estão por aí notadamente nos noticiários da imprensa que, vez por outra, ressaltam exemplos como os erros judiciais que levam pessoas a passar anos presos em presídios superlotados e ambiente desumano, além de outros erros que cometemos e que levam à injustiça.
Também aqui pede Francisco forças para se contrapor ao erro, mostrando sua postura “reativa” diante da existência do erro esteja ele onde estiver, haja ele “onde houver” e em rogativa, pede ao Divino para também nesses casos, ser o instrumento para a promoção do que chamo de “contraponto” do erro e que nesta estrofe é a Verdade.
A Verdade sempre espanca o erro, a iniquidade, a injustiça e traz paz, justiça, harmonia e tantos outros benefícios que são consoantes com os ensinamentos de Deus, e foram muito bem captados pelo luminar que nos foi legado e que nasceu em Assis.
A verdade a que se refere Francisco nesta estrofe não se restringe à verdade humana, à verdade do mundo existencial, mas a transcende para buscar a verdade divina, a verdade suprema que está além de nossa compreensão, e que só as conheceremos se agirmos com Fé.
A conversão de Francisco se deu em profundidade no seu aspecto espiritual, daí porque a verdade que menciona e que quer levar onde houver erro é o próprio CRISTO. Jesus Cristo é a verdade a que se refere nesta estrofe e não a simples verdade humana que é falha.
Então disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho”? Jesus lhe respondeu: “ Eu sou o caminho, a VERDADE e a vida; ninguém vai ao Pai senão por mim. Se me conhecêsseis, também certamente conheceríeis meu Pai; desde agora já o conheceis, pois o tendes visto”.
*Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Não sei se o leitor já teve a oportunidade de ver o comportamento de uma pessoa desesperada. Eu posso afirmar que, por já ter visto e tentado controlar uma desesperada, é uma experiência única e uma cena que jamais se esquece.
Francisco também foi sensível a esse sentimento que aflige o ser humano e o embota, deixa-o absolutamente ausente e desligado de qualquer comportamento racional, de qualquer raciocínio lógico, é pura emoção no seu mais alto grau de descontrole, desesperança, aflição, enfim, uma pessoa desesperada às vezes sequer lembra detalhes de seu comportamento quando assolado pelo desespero, daí resultarem os suicídios, os homicídios e comportamentos considerados tresloucados.
Minha experiência pessoal e inesquecível com esse sentimento se deu durante meu plantão na Delegacia de Polícia, com a visita de uma mãe a seu filho que estava preso, e era o dia de natal.
Francisco novamente pede a Deus para servir de instrumento e assim levar a palavra, a fé em Jesus Cristo e em sua bondade infinita, oferecendo em Deus um bálsamo para o sofrimento dos desesperados, levando em nome de Deus o “Contraponto” que é o sentimento da Esperança; o lenitivo de uma palavra amiga de esperança, luz e fé em Deus, no momento dramático de um desesperado.
*Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
A tristeza acabrunha a alma, conduz para a doença do século que é a depressão, é em menor grau um momento também de desespero e de desesperança, um momento em que você não vê a beleza da vida, dos animais e da natureza que tanto encantavam Francisco.
Esse sentimento embota seus sentidos e o leva a uma introversão quando você se sente o pior dos piores, o mais feio dos feios, o mais gordo dos gordos enfim, sua autoestima vai para a sola do pé e você despreza a alegria de viver, a alegria de trabalhar, de ir ao Shopping ainda que só para passear, face essa inflação galopante.
Novamente Francisco capta esse sentimento humano e pede a Deus para também aqui servir de instrumento, sempre servindo de instrumento e jamais como protagonista como já disse alhures, para nessa condição também oferecer aos corações tristes uma palavra de alegria, de júbilo, de amor lembrando sempre, que todos indistintamente somos filhos queridos de Deus e Nele devemos buscar a alegria de viver. Deus nos ama tanto em nossas alegrias como nas nossas tristezas.
*Onde houver trevas, que eu leve a luz.
“Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida" (João 8, 12).
Francisco viveu e conviveu com as trevas da ignorância de uma sociedade que premiava o supérfluo, a aparência em detrimento da essência, a riqueza material tal qual hoje em dia quando observamos também a predominância das trevas da ignorância, do preconceito, do valor social que é medido pelo que você tem e não pelo que você é enfim, a realidade social mundial não mudou muito desde a época em que viveu Francisco na Itália.
Pode parecer simplório o que vou dizer, mas, mesmo assim, pergunto se você já observou sob a ótica dessa oração, que quando você entra em um quarto escuro na sua casa ou apartamento acontece o fenômeno descrito na Oração que é o de você se incorporar à escuridão física do ambiente, tornando-se também escuro independentemente de sua iluminação espiritual, intelectual, religiosa etc.
Mas se você no “contraponto” como Ora Francisco, acender uma lâmpada que trague a luz, esta luz espanca a escuridão do quarto e você se diferencia naquele ambiente, não mais carregando consigo a escuridão, as trevas do ambiente, mas agora iluminado pela lâmpada, passa a vivenciar outro fenômeno físico produzido por você que é a sua própria sombra, e que vai onde você for e está sob seu controle, sendo eliminada se você ficar em um ângulo de emissão da luz que não permita a existência da sombra.
Francisco com sua iluminada percepção, também aqui pede a Deus que lhe permita, metaforicamente falando, acender uma lâmpada em seu quarto para espancar do seu ambiente e de dentro de você, as trevas que se lhe possam estar dominando o espírito e o coração.
A luz que Francisco nesta estrofe menciona, é a própria luz que emana da fé em Jesus Cristo. A luz que o iluminou para leva-lo à conversão extremada aos ensinamentos de Jesus, ele agora pede a Deus que lhe permita espraiar esta mesma luz de sabedoria nas trevas dos infiéis, dos insensatos, dos ignorantes e dos descrentes em Deus.
Criado em 2016-08-07 13:49:05
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) arquivou no dia 04 de agosto, o processo de licenciamento ambiental da usina São Luiz do Tapajós, conforme recomendado pelo Ministério Público Federal (MPF) e seguindo pareceres da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do próprio Ibama. O arquivamento se dá por razões legais – a usina alagaria território indígena Munduruku e obrigaria remoção de aldeias, o que é proibido pela Constituição, mas também por falhas nos estudos de impacto ambiental.
“Determino o arquivamento do processo nº 02001.003643/2009-77. O projeto apresentado e seu respectivo Estudo de Impacto Ambiental – EIA não possuem o conteúdo necessário para análise de viabilidade socioambiental, tendo sido extrapolado o prazo previsto na resolução Conama 237/1997, para apresentação das complementações exigidas pelo Ibama”, diz a presidente do Ibama, Suely Mara Araújo, em despacho enviado à Diretoria de Licenciamento do órgão para que tome providências para o encerramento do processo.
“Cabe destacar que a Funai aponta óbices legais e constitucionais ao licenciamento ambiental do empreendimento, em razão do componente indígena, óbice esse corroborado pela Procuradoria Federal Especializada junto ao Ibama”, diz ainda o documento. Agora, o conteúdo do despacho da presidência do Ibama será comunicado ao interessado – no caso as Centrais Elétricas do Brasil (Eletrobras), com abertura de prazo para recurso.
A Eletrobras, responsável pelo empreendimento, não cumpriu a obrigação de corrigir uma série de lacunas graves nos estudos e o Ibama entendeu que não existe mais prazo para que os problemas sejam resolvidos. Em parecer enviado ao gabinete da presidência do Ibama, a Diretora de Licenciamento do órgão, Rose Mirian Hofmann, apontou que além da inconstitucionalidade prevista pela Funai e reforçada pelo MPF, havia razões suficientes também do ponto de vista ambiental para o arquivamento do processo. Em 2014, o Ibama pediu estudos da Eletrobras para uma lista extensa de possíveis impactos que haviam sido negligenciados. O prazo, aponta Hofmann em seu parecer, era de quatro meses e até a suspensão do licenciamento em abril de 2016, nada havia sido respondido. Também não houve pedido de prorrogação.
As omissões nos estudos de impacto ambiental incluem a ausência de avaliação sobre assoreamento dos corpos d'água tributários do Tapajós, o impacto sobre os lençóis freáticos e até sobre a ictiofauna, uma das questões mais sensíveis para a região já que os moradores estão entre os maiores consumidores do mundo de pescado. “A ausência de algumas dessas informações no EIA salta aos olhos, por serem impactos notórios da tipologia de geração hidroelétrica, que precisam ser avaliados antes da decisão sobre a viabilidade do empreendimento”, destacou o parecer da diretora de licenciamento.
Na semana passada, o MPF havia enviado recomendação ao Ibama pedindo o cancelamento definitivo da usina. “Cabe ao Ibama o cancelamento do processo de licenciamento ambiental da usina São Luiz do Tapajós, em função de inconstitucionalidade do projeto ante a necessidade de remoção forçada de povos indígenas, nos termos do artigo 231 da Constituição Federal”, dizia a recomendação do procurador da República Camões Boaventura. O MPF também apresentou à Justiça ação contra a hidrelétrica, apontando a ausência da consulta prévia prevista pela Convenção 169. Desobedecendo determinação da Justiça, a consulta nunca foi realizada.
A Funai, em pareceres técnico e jurídico enviados ao Ibama no primeiro semestre, também tinha apontado a inconstitucionalidade do projeto de São Luiz do Tapajós, que incidia diretamente sobre a Terra Indígena Sawre Muybu dos índios Munduruku e alagaria três aldeias desse povo. Desde o anúncio do governo federal de que pretendia construir barragens no Tapajós, ainda no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, os índios Munduruku e os ribeirinhos do Tapajós têm liderado um forte movimento se opondo aos projetos. Por várias vezes eles ocuparam o canteiro de obras da usina de Belo Monte, no Xingu, na tentativa de evitar que barragens semelhantes fossem construídas em suas terras. Também fizeram muitas viagens a Brasília para tentar sensibilizar as autoridades sobre seus direitos.
Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação
Criado em 2016-08-07 13:03:36
Camila Canto completou 25 anos e comemorou nesta sexta-feira, dia 05, na residência de seus pais, Fátima e José Raimundo Canto, juntamente com seus amigos e familiares, em uma festa para comemorar a vida e a alegria. Desejamos a Camila tudo de bom nesta vida, que seus sonhos e projetos sejam plenamente realizados e que sempre continue com essa alegria infinita que carrega consigo desde menina!
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Criado em 2016-08-06 21:07:10
No dia 02 de agosto foi realizado, nas dependências da Associação Beneficente Amigos do Menino Jesus, no Bairro de Lourdes, o aniversário de um ano das princesas Liandra Vitória Azevedo Pinto e Yanna Shelen de Azevedo Pinto. Hana Shelen, mãe e tia das aniversariantes, teve o cuidado para que tudo estivesse perfeito neste momento de alegria e felicidade. A decoração no estilo das princesas ficou por conta de Celina Festas que carinhosamente ornamentou o espaço. Amigos e familiares das aniversariantes se fizeram presente para cantar os parabéns para as aniversariantes.
Fotos de Odirlei Santos
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Criado em 2016-08-06 19:25:11
O número de cidades da região oeste do Pará com potencial turístico apresentou mudança nos últimos três anos, conforme aponta um novo levantamento do Ministério do Turismo (MTur), divulgado em julho de 2016. O novo Mapa do Turismo Brasileiro, elevou de três em 2013 para oito em 2016, o número de cidades que grande potencial para o turismo, incluindo agora os municípios de Monte Alegre, Juruti, Óbidos, Alenquer e Prainha.
No levantamento divulgado no ano de 2013, estavam incluídos no Mapa do Turismo apenas os municípios de Santarém, Belterra e Oriximiná. De acordo com o Mtur, para a atualização do mapa na versão 2016, foram realizadas oficinas e reuniões em todos os estados. A validação do mapa também foi feita pelos estados e Distrito Federal em seus respectivos Fóruns ou Conselhos Estaduais do Turismo.
Mapa
O Mapa do Turismo Brasileiro é um instrumento de orientação para a atuação do Ministério do Turismo Brasileiro no desenvolvimento de políticas públicas, tendo como foco a gestão, estruturação e promoção do turismo, de forma regionalizada e descentralizada. A construção é feita em conjunto com os órgãos de turismo dos estados e municípios.
Os 65 municípios do Pará presentes no Mapa do Turismo se dividem em 5 categorias, de acordo com a categorização dos municípios das Regiões Turísticas do Mapa do Turismo Brasileiro. O instrumento, elaborado pelo MTur, identifica o desempenho da economia do turismo para tornar mais fácil a identificação e apoio a cada um.
Dentro da metodologia, as cidades contempladas nas categorias A, B e C contam com 95% dos empregos formais em meios de hospedagem 87% dos estabelecimentos formais de meios de hospedagem, 93% do fluxo doméstico e têm fluxo internacional.
O conjunto de municípios dos grupos D e E, reúne características de apoio às cidades geradoras de fluxo turístico. Muitas vezes são aquelas que fornecem mão-de-obra ou insumos necessários para atendimento aos turistas.
Pelo mapa, Santarém aparece na categoria B. O município de Oriximiná compõe classificação C. A cidade de Belterra, D. Os novos municípios incluídos no mapa, como
Juruti, Monte Alegre, Óbidos, Alenquer e Prainha possuem classificação D.
Pará
No Pará, o mapa ganhou novas cidades em sua composição, passando de 23 para 65 o número de municípios participantes nas seis regiões turísticas: Amazônia Atlântica (24 cidades); Tapajós (12); Xingú (8); Marajó (9); Belém (5) e Araguaia-Tocantins (7). Em todo o país, foram identificados 2.175 municípios em 291 regiões turísticas.
FONTE:G1/Santarém
Criado em 2016-08-05 23:25:52