PAINEL 12: Praça Barão do Rio Branco - (Antigo Largo da Cadeia)

PAINEL 12: Praça Barão do Rio Branco - (Antigo Largo da Cadeia)

Conheça a história da Praça Barão do Rio Branco - Antigo Largo da Cadeia, hoje Praça de Sant´Ana.

Logradouro público de grande referencial histórico, para a cidade de Óbidos, seu surgimento aconteceu no ano de 1758, por iniciativa do Governo da Província do Grão-Pará, Mendonça Furtado, que a criou com a finalidade de nela levantar um “pelourinho”.

A Praça de Sant’Ana, assim, denominada, na época de seu surgimento, foi a primeira praça da Vila de Óbidos. Sua utilização, como espaço público, agregou em seu entorno, residências, a Matriz de Sant’Ana e a cadeia Pública(antiga Biblioteca), edificada em um dos lados do quadrilátero que da forma à praça, em posição oposta à igreja Matriz. A instalação da Cadeia Pública (1841), na Praça de Sant’Ana, ensejou a denominação de “Largo da Cadeia”

Ao longo do tempo, a Praça de Sant’Ana ou Largo da Cadeia, ou ainda, praça Barão do Rio Branco, como é atualmente chamada, passou por transformações no que tange à unidade de seu conjunto (praça e entorno edificado).  Na década de 40, século XX, foi construído um coreto para abrigar as autoridades nos dias festivos, como também as Bandas de Música. Outras mudanças ocorreram nas edificações que circundam a praça propriamente dita, como a substituição de edificações de um pavimento, por outros de dois pavimentos, com total descompromisso, com a escala original.

Apesar das transformações acima mencionadas, o traçado urbano (forma da praça e as ruas que convergem para a mesma), se manteve com a característica do traçado urbano barroco, assim sendo: uma praça central e ruas convergindo para este centro e uma monumental edificação de uso oficial e ou religioso, no caso a igreja Matriz de Sant’Ana.

Portador de uma mensagem do passado, o conjunto da Praça Barão do Rio Branco é testemunho vivo das tradições seculares que abriga, sendo fundamental a transmissão de seus valores às gerações futuras, com toda a riqueza de sua autenticidade.    

FONTE: Museu Integrado de Óbidos

www.obidos.net.br

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