GRATIDÃO

GRATIDÃO

Otávio Figueira. 

No nosso dia a dia nos deparamos com diversos tipos e procedimentos de pessoas. Umas educadas, outras não. Na área da saúde, por exemplo, em que uma das partes é a mais fragilizada(do enfermo), também nos deparamos com situações até mais graves em se tratando de educação e ambiente que deveriam ser humanizados. É evidente, porém, que há exceções, que marcam nossas vidas.

Não obstante, durante a internação do nosso filho Aluizio, esse procedimento emergiu tão confortavelmente na minha mente que, logo cedo, resolvi mandar o texto abaixo para a Dra Liani, coordenadora do Hospital Santa Júlia:

"Bom dia, dra Liani! Inicialmente, penso eu, que fechamos o ciclo da vida do nosso filho Aluizio. Agora, está nas mãos de Deus e de Sua misericórdia. Diante de todo esse "calvário" posso dizer que nossa família encontrou um rol imenso de pessoas, até desconhecidas, que rezaram, oraram pela recuperação da saúde de nosso filho Aluízio.

Entre tantas, cito, especificamente, a senhora que me transpareceu ser temente a Deus. Sua maneira tranquila de falar e, especialmente, saber ouvir às pessoas desesperadas, principalmente em momentos difíceis, foi muito bom. Quero lhe dizer que o mundo necessita de profissionais da saúde que visem primeiro o ser humano, tratando-o como gente de carne e osso como à senhora fez tão bem com nossa família. Depois, sim, o outro lado dos bens materiais, pois vivemos em uma sociedade capitalista. Nossa família, porém, gostou muito do tratamento dispensado pela senhora em que podemos classificar como humano.

Espero, em futuro próximo, os demais profissionais da saúde, tenha o mesmo procedimento humanitário. Enfim, é a profissão escolhida por cada um. Portanto, tem que ser bem exercida alicerçada no Juramento por ocasião da formatura.

Na sua conta no face, entretanto, acompanhei o carinho da senhora com o seu genitor acerca da recuperação de sua saúde. Gesto de filha cristã. Entendo, pois, que à senhora possui uma família maravilhosa como a minha. No face, à senhora se expressou bem convicta, mais ou menos assim, em referência ao médico que cuidou de seu pai: " Não é o ambiente do hospital que recupera e, sim, as pessoas que têm amor pela causa que abraçam".

Finalmente, doutora Liani, apesar das nossas angústias vividas no hospital, a senhora foi um anjo enviado por Deus para aplacar à nossa infindável dor. Doravante, à senhora estará em nossas orações para também espraiar aos demais profissionais o quão importante pensar primeiro nas pessoas.

Obrigado por sua amizade e carinho. Talvez, quem sabe, não teremos um papo mais frequente de hoje em diante. Por certo, nossa família fica à disposição da senhora.
Feliz Natal e um Ano Novo de boas realizações, são os desejos do Otávio, Inês, padre Otávio, Mariana e Aluizio que já intercede por nós junto ao Pai.

Essa é à nossa gratidão!"

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