Tracajás são soltos no Retiro do Atalho, região do Lago Grande

Tracajás são soltos no Retiro do Atalho, região do Lago Grande

Publicamos no dia 10 de novembro de 2015 a matéria:  “LAGO GRANDE: preservar é preciso”, sobre os projetos de preservação de quelônios – tracajás - no Lago Grande, região do Salé, no Município de Juruti. Nessa região, os donos da Fazenda Livramento, que tem como retiro o Atalho, Nava, São Joaquin e Sítio Paraisópolis recolheram ninhadas de tracajás na época da desova, para preservar o nascimento e posterior soltura dos mesmos, numa forma de garantir a preservação da espécie.

Assim, há três anos os proprietários dessas terras, no Lago Grande, vêm procurando conscientizar os moradores da região da necessidade da preservação da espécie, pois só assim a perpetuação da espécie estará garantida para as futuras gerações.

Nos meados de julho de 2017, proprietários da Fazenda Livramento, que tem como retiro o Atalho, reuniram a família e foram até o retiro fazer a soltura dos quelônios que estavam em fase de crescimento e preservados durante a desova de 2016. Cerca de 1.200 tracajazinhos foram soltos pelos mais novos membros da família, como podem ver nas imagens.

Conversamos com José Raimundo Canto, um dos proprietários da Fazendo Livramento, muito defendida pelo seu antigo proprietário, Zezinho Canto (In Memorian), o qual comentou sobre a sua alegria e satisfação de estar participando da preservação dessa espécie de quelônios na região do Lago Grande, pois segundo ele, representa uma medida concreta de sustentabilidade e que outros moradores da região poderiam se integrar nessa rede de proteção.

Em 2015 foram soltos 700 tracajás; em 2016 foram soltos 800 e agora, em 2017, foram soltos 1.200 quelônios. A criançada se divertiu na soltura dos tracajás, uma aula vivenciada na prática sobre a preservação da espécie. Um deles comentou: “Será que não acaba mais, já estou cansado”, Luiz Fernando.

www.chupaosso.com.br - Fotos de João Canto

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